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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2014

O ADN Da Tua Poesia Digitais Do Meu Coração

Jardins Internos...

Imagem Google
Há dias que sou como sombras... Negro vestido a vagar ao léu, movendo, pelo céu, chuvas de saudade.
Há dias que sou poemas presos em jaulas de aço, cantando feito rouxinol, realejo de passarinhos.
Há dias que sou mar calado... O sonho absurdo de uma aurora perdida entre a lua e o sol.
Há dias, como hoje, que sou um anzol a laçar minhas próprias iscas... A rasgar minhas vísceras.
Sou o esboço do sorriso impreciso... Sou o visgo que alimenta meu próprio jardim.
Malu




O “Refúgio” Da Tua Escrita

Caríssimo amigo Hélder.
Eu vejo, no teu texto, não um “Refúgio”, mas dois “Refúgios”.
A TUA ESCRITA COMO REFÚGIO E O REFÚGIO DA TUA ESCRITA.
Passo a explicar:
O “REFÚGIO” DA TUA ESCRITA:
O teu “Refugio” é uma história apaixonante, onde a qualidade literária não é importante, nem se exige, porque és tão virtuoso na linguagem, na capacidade narrativa comandada pela imagem e interacção, que o imaginário nos fixa de imediato.
Parabéns. Gostei muito.
Todavia, todos sabemos quem é aquele Fernando. Raramente conseguimos escapar e não retratar um pouco de nós. (os autores ocultam muito pouco) e esse espaço de nós, é muito visível nas nossas histórias. Isso é bom.
Daí a importância que se coloque em papel, este e outros “refúgios”, (porque a memória acabará por nos trair mais tarde ou mais cedo), de forma a torná-los acessíveis para as gerações vindouras

A TUA ESCRITA COMO “REFÚGIO”
O que nos leva a escrever um texto que tem gravados imaginários e referencias absolutamente pessoais?
É um métod…

Quantas vezes, Amor, me tens ferido? by Bocage

Quantas vezes, Amor, me tens ferido?
Quantas vezes, Razão, me tens curado?
Quão fácil de um estado a outro estado
O mortal sem querer é conduzido!

Tal, que em grau venerando, alto e luzido,
Como que até regia a mão do fado,
Onde o Sol, bem de todos, lhe é vedado,
Depois com ferros vis se vê cingido:

Para que o nosso orgulho as asas corte,
Que variedade inclui esta medida,
Este intervalo da existência à morte!

Travam-se gosto, e dor; sossego e lida;
É lei da natureza, é lei da sorte,
Que seja o mal e o bem matiz da vida.


Bocage

Eis a minha Oração

SENHOR!
Não precisas de me falar,  só preciso que nunca deixes que  eu me esqueça de falar contigo  em cada dia e hora que passa,  no silêncio de mim próprio,  por minha própria vontade e fé,  a sós contigo sem mesmo escutar  diretamente a tua voz. PAI!  Dá-me a sabedoria e a paz  sem exigires que me torne sábio e,  muito menos, indiferente ou passivo para com os outros e a vida. MÃE!  Infunde em mim todo o teu amor,  resignação e santidade sem exigires  que me torne santo, mas recebendo-me sempre,  como teu filho assim como sou,  com meus erros e fraquezas, e a todos os meus irmãos que mais sofrem. JESUS!  Sê o meu maior amigo e irmão  e faz-me sentir que em ti está  o verdadeiro Deus que se fez homem para todos nós e que por nós padeceu  para nos salvar. ESPÍRITO SANTO!  Tu, que estás em toda a parte pois  és a própria emanação de Deus-Pai,  envolve-me com a tua graça, inunda-me com a tua força, tua Luz infinita e  faz-me: Sentir-te na minha carne e no meu sangue. Fazei com que eu consiga atingir as almas dos q…