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Nação Em Prantos by Patrícia Pinna




Não apetece-me falar da classe dominante
Engolindo sem pudor o honesto trabalhador
Que em seu labor diário, entre lágrimas e suor
Pensa em sua sorte mudar, esperando surgir alguém
Com a consciência decente, a fim de governar
Sem deixar-se manipular

Eu choro, tu choras, ele chora, nós choramos, todos choram
Ao ver essa calamidade vergonhosa de trem desgovernado
Chamada política sem responsabilidade

Onde foi parar a decência, em qual estação refugiou-se
O bem comum, em que leito prostrado está a esperança?

Imunda escória vomitando falácias, engravidando ingênuos
Parindo aberrações!
Que sorte é essa da nação inteira
Clamando por justiça num labirinto de dor
Onde a força parece esvair-se?

Renovo como energia e conscientização é do que o povo precisa
Para unir-se a lutar como animais ferozes lutam 
Pela sobrevivência de suas crias

Voz sem ação morre sem atingir o objetivo
Tornar a Pátria coesa e liberta
De seus muitos grilhões!

                                                                              Patrícia Pinna


                                                       

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sorridente, calada e persistente.

Era para ser ao contrário dessa fumaça, que assoprada ou mesmo inalada se vai... Era para ser volátil como um passe despercebido de mágica. Era para ser apenas alguns segundos de choro, de lágrimas vazias de alegrias, preenchidas de vis solidões Era para ter sido, mas nunca foi, pois sempre é... Essa dor corrupta, invasora, que desdenha da minha confusão por não compreender, as razões da vida em impor ela em mim, como carrasca sorridente, calada e persistente. Era para ser uma nesga do que passou e dormiu no tempo, mas vejo que é meu presente: Resistente, crítico e decadente.

Ronilda David in ‪#‎AQuânticadaestupidainteligência‬


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Dançando sons em rapsódias 
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Ronilda David in ‪#‎AQuânticadaestupidainteligência‬













Honradez

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